{"id":40259,"date":"2024-04-25T11:15:25","date_gmt":"2024-04-25T14:15:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ipmu.com.br\/site\/?p=40259"},"modified":"2024-04-25T11:49:26","modified_gmt":"2024-04-25T14:49:26","slug":"reuniao-comite-de-investimentos-19-04-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ipmu.com.br\/site\/reuniao-comite-de-investimentos-19-04-2024\/","title":{"rendered":"Reuni\u00e3o Comit\u00ea de Investimentos 19 04 2024"},"content":{"rendered":"<p>Ata da Reuni\u00e3o do <strong>Comit\u00ea de Investimentos<\/strong> do Instituto de Previd\u00eancia Municipal de Ubatuba \u2013 IPMU, realizada aos dezenove dias do m\u00eas de abril de dois mil e vinte e quatro, \u00e0s dez, na sala de reuni\u00f5es da sede do IPMU, onde compareceram os membros: Fernando Augusto Matsumoto, Flavio Bellard Gomes, Lucas Gustavo Ferreira Castanho, Marcelo da Cruz Lima e Sirleide da Silva. Participaram tamb\u00e9m Luiz Alexandre de Oliveira (Controlador Interno) e Wellington Diniz (Gestor de Investimentos). Aberta a reuni\u00e3o, os membros do Comit\u00ea de Investimentos passaram a an\u00e1lise dos fundos de investimento das institui\u00e7\u00f5es Caixa Econ\u00f4mica Federal (Processo IPMU\/049\/2022) e Banco do Brasil (Processo IPMU\/049\/2022), do tipo fundo de V\u00e9rtice, nos quais os recursos s\u00e3o alocados em T\u00edtulos P\u00fablicos Federais com vencimento compat\u00edvel com o v\u00e9rtice do fundo. Estes fundos de investimentos t\u00eam como caracter\u00edstica a rentabilidade final estimada em IPCA + taxa de juros m\u00e9dia. Para garantir a taxa m\u00e9dia de juros, as aplica\u00e7\u00f5es devem ser realizadas na janela de tempo determinada, por isso o Comit\u00ea de Investimentos do IPMU analisou os ativos conforme a metodologia a seguir delineada. Os fundos da Caixa Econ\u00f4mica Federal foram comparados com o fundo <strong><u>CAIXA BRASIL T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA LP<\/u><\/strong>, CNPJ 05.164.356\/0001-84, que \u00e9 de onde sair\u00e3o os recursos realocados. Os fundos do Banco do Brasil foram comparados com o fundo <strong><u>BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA REFERENCIADO DI LP<\/u><\/strong>, CNPJ 11.046.645\/0001-81, origem dos recursos realocados.<\/p>\n<table style=\"height: 1386px;\" width=\"911\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"473\"><strong>FUNDO<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\"><strong>CNPJ<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2024 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.635.944\/0001-03<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2025 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS RESP LIMITADA FIF RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">54.518.271\/0001-62<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2026 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS RESP LIMITADA FIF RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">54.518.391\/0001-60<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2027 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.642.114\/0001-03<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2028 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.470.807\/0001-66<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2030 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.658.938\/0001-71<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2032 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.568.762\/0001-67<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2033 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS FI RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">50.569.054\/0001-40<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2035 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS RESP LIMITADA FIF RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">54.390.568\/0001-95<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\">CAIXA BRASIL 2040 X T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS RESP LIMITADA FIF RENDA FIXA<\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"162\">54.390.771\/0001-61<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td width=\"161\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2024 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">49.964.484\/0001-88<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2027 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">46.134.096\/0001-81<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2028 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">49.963.751\/0001-00<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2030 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">46.134.117\/0001-69<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2032 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">49.963.803\/0001-30<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"474\">BB T\u00cdTULOS P\u00daBLICOS V\u00c9RTICE 2035 FI RENDA FIXA PREVIDENCI\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"161\">49.963.829\/0001-89<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"473\"><\/td>\n<td width=\"1\"><\/td>\n<td width=\"161\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>O par\u00e2metro de desempenho \u00e9 a performance dos fundos comparados com a \u201cTaxa SELIC\u201d e \u201cCDI\u201d, com o objetivo de obter maior rentabilidade sem comprometer a liquidez e sem elevar desnecessariamente a volatilidade. Como se tratam de fundos de v\u00e9rtice, n\u00e3o possuem s\u00e9rie hist\u00f3rica que permita uma an\u00e1lise gr\u00e1fica pormenorizada, por isso foi dada aten\u00e7\u00e3o ao regulamento do fundo, aos ativos permitidos, taxa de administra\u00e7\u00e3o, e expectativa de desempenho compat\u00edvel com uma carteira te\u00f3rica de t\u00edtulos p\u00fablicos com v\u00e9rtices conforme a proposta do fundo de investimento. A taxa de rentabilidade m\u00e9dia foi informada no dia 18\/04\/2024, data focal 17\/04\/2024, e durante a reuni\u00e3o do dia 19\/04\/2024, com data focal 18\/04, assim, as estimativas de retorno e liquidez foram calculadas durante a reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Investimentos. Os dados s\u00e3o estimativas com base em regress\u00e3o linear com os dados do boletim Focus, utilizados apenas para par\u00e2metro de compara\u00e7\u00e3o, com ci\u00eancia do Comit\u00ea de Investimentos de que estes valores podem sofrer varia\u00e7\u00e3o, n\u00e3o sendo promessa ou garantia de rentabilidade. Assim, a an\u00e1lise se ateve principalmente nos fundamentos que regem o comportamento dos t\u00edtulos p\u00fablicos com taxas pr\u00e9-fixadas nos cen\u00e1rios de queda de juros, que pode ou n\u00e3o se concretizar. Os v\u00e9rtices foram al\u00e9m de 2026 foram descartados, por ser detectada a invers\u00e3o da curva de juros, ou seja, nesta data, o mercado estava precificando vencimentos mais longos com valores mais baixos, justamente o oposto do que o Passivo do IPMU necessita. Assim, verificou-se que s\u00f3 existe pr\u00eamio no curto prazo. Com este mesmo fundamento, foi alongado o m\u00e1ximo poss\u00edvel dentro do prazo em que se apresenta vantagem econ\u00f4mica, pois alocar mais nos v\u00e9rtices mais pr\u00f3ximos comprometeria a rentabilidade em 2025 e 2026, pois a \u00fanica op\u00e7\u00e3o nestes momentos seria o DI\/SELIC, que se projetam menos rent\u00e1veis que os fundos ora analisados. Por fim, o v\u00e9rtice 2027 do Banco do Brasil estava apena 0,01% mais rent\u00e1vel que o v\u00e9rtice 2026 da Caixa, o que n\u00e3o justifica, no entendimento do Comit\u00ea, alongar mais um ano o investimento, levando em conta que o Comit\u00ea de Investimentos busca ativamente oportunidades de aloca\u00e7\u00e3o no mercado financeiro, e restringir demais as aloca\u00e7\u00f5es pode significar perda de oportunidades futuras. O percentual de retorno pretendido nos prazos dos investimentos, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Carteira do IPMU \u00e9 de 3,926%, ou seja, com estas aloca\u00e7\u00f5es, pretende-se garantir ao final do prazo do investimento pelo menos um desempenho de 3,926% nestes ativos, que espera-se somar ao desempenho dos demais ativos da carteira. Este valor pode ser maior ou menor dependendo das condi\u00e7\u00f5es do mercado, mas entendemos que os fundamentos das aplica\u00e7\u00f5es tornam esta meta exequ\u00edvel. Ato cont\u00ednuo, os membros do Comit\u00ea de Investimentos passaram a an\u00e1lise do <strong>Relat\u00f3rio Financeiro \u2013 mar\u00e7o\/2024<\/strong>, conforme documentos acostados no processo <strong>IPMU\/<\/strong><strong>058\/2024<\/strong>. An\u00e1lise conjuntural de mercado econ\u00f4mico, mercado financeiro e monitoramento das vari\u00e1veis macroecon\u00f4micas. Avalia\u00e7\u00e3o mensal de risco de mercado da carteira de Investimentos. An\u00e1lise de relat\u00f3rio gerencial de rentabilidade dos fundos de investimentos e acompanhamento da Pol\u00edtica Anual de Investimentos. Informa\u00e7\u00f5es dos acontecimentos pol\u00edticos e econ\u00f4micos e seus impactos na carteira de investimentos do IPMU. Vis\u00e3o de curto, m\u00e9dio e longo prazo. Balancete de Receita e Despesa que cont\u00e9m os dados atualizados da previs\u00e3o e da execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria. Relat\u00f3rio de Execu\u00e7\u00e3o Or\u00e7ament\u00e1ria com os fluxos de caixa das receitas e despesas para avalia\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o financeira e or\u00e7ament\u00e1ria dos pr\u00f3ximos meses. <strong><u>Cen\u00e1rio Econ\u00f4mico<\/u>. <\/strong>O m\u00eas de mar\u00e7o\/2024 foi marcado pela continuidade do otimismo no mercado americano. Apesar dos dados mais fortes de PIB, atividade e infla\u00e7\u00e3o, o FED mant\u00e9m o discurso de in\u00edcio de corte de juros nos EUA em 2024, mas tem adotado um tom de modera\u00e7\u00e3o. No Brasil, o m\u00eas foi de mais aberturas nas curvas de juros, por conta das preocupa\u00e7\u00f5es com o cen\u00e1rio fiscal e infla\u00e7\u00e3o de curto prazo um pouco mais forte do que o esperado, o que pode reduzir a velocidade dos cortes de juros por aqui. Mar\u00e7o \u00e9 um dos quatro meses do ano em que os diretores do Fed, seguindo uma tradi\u00e7\u00e3o que se iniciou em 2012, publicam os seus progn\u00f3sticos para as principais vari\u00e1veis macro\u00adecon\u00f4micas da economia americana (PIB, infla\u00e7\u00e3o, emprego) e as suas proje\u00e7\u00f5es para os pr\u00f3ximos passos da pol\u00edtica monet\u00e1ria. O bom desempenho da economia americana segue como destaque. O mercado de trabalho continua em forte expans\u00e3o e, com a queda da infla\u00e7\u00e3o, os sal\u00e1rios reais voltaram a se expandir, provendo suporte ao consumo das fam\u00edlias. O boom do setor de intelig\u00eancia artificial \u00e9 outro elemento importante para impulsionar o investimento e a atividade. O forte crescimento da imigra\u00e7\u00e3o impulsiona a oferta e demanda agregada do pa\u00eds e contribui para limitar as press\u00f5es salariais. Este quadro sugere que a economia americana est\u00e1 menos sens\u00edvel ao aperto monet\u00e1rio conduzido pelo FED, indicando que o ciclo de afrouxamento monet\u00e1rio no pa\u00eds poder\u00e1 ser relativamente curto. Na Europa, a economia continua estagnada e a necessidade de afrouxamento monet\u00e1rio est\u00e1 mais proeminente. Na China, o setor industrial tem avan\u00e7ado mais fortemente desde o in\u00edcio do ano, um sinal positivo para a demanda global por bens industriais e para o com\u00e9rcio internacional. Os mercados globais continuam atentos aos desafios advindos do processo de desinfla\u00e7\u00e3o e suas implica\u00e7\u00f5es para a pol\u00edtica monet\u00e1ria. A fase final de retorno da infla\u00e7\u00e3o \u00e0s metas e as condi\u00e7\u00f5es do mercado de trabalho ainda sugerem cautela para o ciclo do corte de juros. Como sinalizado por um dos membros do Fed, os pr\u00f3ximos meses ainda ser\u00e3o decisivos para que os bancos centrais ganhem convic\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 do in\u00edcio do corte, mas tamb\u00e9m da extens\u00e3o e do ritmo dessa normaliza\u00e7\u00e3o dos juros. De todo modo, somando-se aos cortes anunciados na semana passada no M\u00e9xico e na Su\u00ed\u00e7a, o Banco Central Europeu vem refor\u00e7ando a sinaliza\u00e7\u00e3o de que come\u00e7ar\u00e1 a reduzir juros em junho e o Banco da Su\u00e9cia foi na mesma dire\u00e7\u00e3o nesta semana, dizendo que o primeiro corte deve acontecer em maio ou junho. Aqui no Brasil, a comunica\u00e7\u00e3o do Banco Central sugere cautela. Mesmo afirmando que o cen\u00e1rio n\u00e3o tenha mudado, o destaque foi dado \u00e0s incertezas no sentido de alta para a infla\u00e7\u00e3o \u2013 especialmente vindas do mercado de trabalho, que segue aquecido \u2013 nessa fase atual do ciclo, quando 300 bps da Selic j\u00e1 foram reduzidos. Refor\u00e7ando a sinaliza\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o a condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica monet\u00e1ria demanda mais flexibilidade, com prov\u00e1vel redu\u00e7\u00e3o do ritmo dos cortes depois da reuni\u00e3o de maio, para quando se espera ainda um corte de 50 bps. O M\u00e9xico foi a \u00faltima grande economia latino americana a iniciar o ciclo de corte de juros. Agora, todos aguardam o primeiro movimento do Fed nessa dire\u00e7\u00e3o. No Brasil, a performance dos ativos, que foi levemente negativa em mar\u00e7o, respondeu a idiossincrasias locais. Houve perda de 0,7% em bolsa dom\u00e9stica, enquanto o real se depreciou \u00a0\u00a00,9% frente ao d\u00f3lar. Tamb\u00e9m houve abertura da curva de juros, refletindo um tom mais hawkish do Banco Central. O COPOM reduziu a meta para a taxa Selic em 50 pb \u2013 de 11,25% para 10,75% &#8211; em linha com a ampla expectativa do mercado. No comunicado, o comit\u00ea refor\u00e7ou que o cen\u00e1rio externo segue demandando cautela, enquanto o quadro inflacion\u00e1rio \u00a0dom\u00e9stico, em especial nas m\u00e9tricas subjacentes, se manteve incompat\u00edvel com o cumprimento da meta, o que tamb\u00e9m exige cautela por parte da autoridade monet\u00e1ria. O comit\u00ea manteve as proje\u00e7\u00f5es de infla\u00e7\u00e3o para 2024 e 2025 em 3,5% e 3,2%, respectivamente. Quanto \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o, o comit\u00ea destacou que n\u00e3o houve \u00a0mudan\u00e7a substancial em seu cen\u00e1rio base, mas que diante de um ambiente com incertezas elevadas e necessidade de ganho de flexibilidade por parte da autoridade monet\u00e1ria, passou a indicar manuten\u00e7\u00e3o do ritmo de 50 pb para a pr\u00f3xima reuni\u00e3o, n\u00e3o mais no plural. Infla\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o traz al\u00edvio, mas preocupa\u00e7\u00f5es para o ano continuam. O IPCA registrou alta de 0,16% em mar\u00e7o de 2024. Com isso, o resultado acumulado em doze meses caiu de 4,50% para 3,93%. Ap\u00f3s alguns meses de \u201cluz amarela\u201d nos pre\u00e7os de servi\u00e7os, a infla\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o trouxe sinais de al\u00edvio \u2013 ao menos no curto prazo. Conforme o resultado, a m\u00e9trica chamada \u201cservi\u00e7os subjacentes\u201d (que exclui servi\u00e7os com pre\u00e7os mais vol\u00e1teis, como passagem a\u00e9rea) se estabilizou ap\u00f3s meses de alta. Apesar da cautela com pre\u00e7os de servi\u00e7os, o mercado segue esperando um ano de infla\u00e7\u00e3o relativamente comportada, dada a estabilidade da infla\u00e7\u00e3o de custos. Por\u00e9m, a demanda interna aquecida \u2013 que impulsiona a infla\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os &#8211; tende a limitar o recuo da infla\u00e7\u00e3o \u00e0 meta de 3,0%. O Relat\u00f3rio Trimestral de Infla\u00e7\u00e3o trouxe o detalhamento das proje\u00e7\u00f5es do Banco Central sem muitas altera\u00e7\u00f5es quando se compara com o relat\u00f3rio anterior. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, o destaque foi o cen\u00e1rio de curto prazo, no qual o BCB indicou uma varia\u00e7\u00e3o mensal da m\u00e9dia dos n\u00facleos de infla\u00e7\u00e3o em patamar acima da meta de infla\u00e7\u00e3o, mas dentro do intervalo de toler\u00e2ncia. Para a atividade, o Banco Central revisou para cima a proje\u00e7\u00e3o de crescimento deste ano, de 1,7% para 1,9%, refletindo o dinamismo levemente maior que o esperado no in\u00edcio do ano. Na entrevista ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio, o Banco Central destacou o elevado n\u00edvel de incerteza no cen\u00e1rio e a preocupa\u00e7\u00e3o com os dados recentes, apesar de n\u00e3o indicarem altera\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio base. Desse modo, o Banco Central busca avaliar como ser\u00e1 a evolu\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio dom\u00e9stico, principalmente do impacto da acelera\u00e7\u00e3o dos rendimentos sobre a infla\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio internacional no que tange o in\u00edcio do ciclo de cortes em economias desenvolvidas. Mercado de trabalho seguiu aquecido em fevereiro. De acordo com os dados do Caged, foram criadas 306 mil vagas de emprego formal no m\u00eas, acima da expectativa do mercado (236 mil). Houve desacelera\u00e7\u00e3o de 249 mil para 187 mil, com maior contribui\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7os. A m\u00e9dia m\u00f3vel de 3 meses, seguiu indicando maior ritmo de cria\u00e7\u00e3o de vagas. Os dados da PNAD Cont\u00ednua, divulgados pelo IBGE, trouxeram um quadro aquecido de ocupa\u00e7\u00e3o e renda. A taxa de desemprego chegou a 7,8% no trimestre encerrado em fevereiro, o que representa redu\u00e7\u00e3o de 0,2 p.p. em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. A queda foi fruto do avan\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o ocupada, puxada pelos empregos formais, que mais do que compensou o crescimento da for\u00e7a de trabalho no per\u00edodo. Dentre os setores de atividade, as maiores contribui\u00e7\u00f5es positivas para o n\u00famero de ocupados vieram de com\u00e9rcio, alojamento e alimenta\u00e7\u00e3o e ind\u00fastria. Em rela\u00e7\u00e3o aos sal\u00e1rios, o rendimento m\u00e9dio teve alta real de 0,4%, com avan\u00e7o de 0,7% da massa de rendimento. Nas pr\u00f3ximas leituras, esperamos modera\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o e sal\u00e1rios. A atividade econ\u00f4mica dom\u00e9stica tamb\u00e9m continuou forte em mar\u00e7o. As pesquisas de com\u00e9rcio e servi\u00e7os superaram as expectativas, mas o mercado de trabalho foi o destaque. A taxa de desemprego seguiu em queda e houve forte cria\u00e7\u00e3o de postos formais de emprego, resultando na continuidade de crescimento forte da massa salarial real. A sustenta\u00e7\u00e3o da demanda, em fun\u00e7\u00e3o deste aumento da renda e da expans\u00e3o das concess\u00f5es de cr\u00e9dito para pessoas f\u00edsicas, tem se refletido em aumento gradual das previs\u00f5es para o PIB deste ano. Entretanto, a aus\u00eancia de ociosidade no mercado de trabalho em conjunto com a eleva\u00e7\u00e3o dos n\u00facleos de infla\u00e7\u00e3o e da infla\u00e7\u00e3o subjacente de servi\u00e7os demanda cautela na condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica monet\u00e1ria. Neste sentido, o Copom encurtou seu horizonte de sinaliza\u00e7\u00e3o, fornecendo indica\u00e7\u00e3o sobre sua atua\u00e7\u00e3o uma reuni\u00e3o \u00e0 frente apenas. Ainda que a comunica\u00e7\u00e3o oficial deixe claro que o cen\u00e1rio base da autoridade monet\u00e1ria n\u00e3o se alterou, o que implicaria uma Selic pr\u00f3xima a 9,0% ao fim do atual ciclo, a evolu\u00e7\u00e3o da ociosidade e a composi\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o ser\u00e3o cruciais para seus pr\u00f3ximos passos. O \u00faltimo Boletim Focus do m\u00eas de mar\u00e7o divulgado pelo Banco Central (BC) mostra as proje\u00e7\u00f5es do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024 subindo pela s\u00e9tima semana seguida, passando de 1,85% na semana passada para 1,89% nesta semana, mas mantendo-se est\u00e1vel em 2,00% nas proje\u00e7\u00f5es feitas para os anos de 2025 e 2026. \u00c9 a 16\u00ba semana consecutiva que as proje\u00e7\u00f5es do PIB de 2025 ficam est\u00e1veis e a 34\u00aa semana de estabilidade nas proje\u00e7\u00f5es do PIB de 2026. O Focus divulga semanalmente a m\u00e9dia das proje\u00e7\u00f5es do mercado financeiro para os principais indicadores macroecon\u00f4micos, incluindo IPCA, PIB, C\u00e2mbio e Selic. As compara\u00e7\u00f5es s\u00e3o sempre entre as proje\u00e7\u00f5es da pesquisa atual com as da pesquisa da semana anterior. As proje\u00e7\u00f5es do IPCA para 2024, 2025 e 2026 n\u00e3o mudaram na compara\u00e7\u00e3o das duas semanas. Para 2024 manteve-se em 3,75% (1\u00aa semana de estabilidade), para 2025 ficou em 3,51% (tamb\u00e9m na 1\u00aa semana de estabilidade) e para 2026 ficou em 3,50%, (39\u00aa semana consecutiva de estabilidade). As proje\u00e7\u00f5es para o c\u00e2mbio de 2024 e 2025 mantiveram-se est\u00e1veis em R$ 4,95 e R$ 5,00 por d\u00f3lar, respectivamente, enquanto as proje\u00e7\u00f5es para 2026 apresentam ligeira alta passando de R$ 5,03 para R$ 5,04. Essa pequena alta, na verdade, rep\u00f5e o c\u00e2mbio no patamar de estabilidade no qual estava h\u00e1 seis semanas, quando caiu de R$ 5,04 para R$ 5,03 na semana passada. Por \u00faltimo, as proje\u00e7\u00f5es para a taxa Selic de 2024, 2025 e 2026 ficaram est\u00e1veis nos tr\u00eas anos pesquisados. A Selic projetada para 2024 \u00e9 de 9,00% (14\u00aa semana de estabilidade), para 2025 \u00e9 de 8,5% (17\u00aa semana de estabilidade) e para 2026 \u00e9 de 8,50% (35\u00aa semana de estabilidade). <strong><u>Mercado Financeiro<\/u>. <\/strong>Na Renda Fixa, as preocupa\u00e7\u00f5es com o fiscal para este ano e longo prazo voltaram aos holofotes depois do d\u00e9ficit apresentado em fev\/2024. Com isso o pr\u00eamio de risco Brasil exigido pelo mercado vem aumentando. Al\u00e9m disso, os dados de infla\u00e7\u00e3o do curto prazo e o discurso conservador do FED quanto ao corte de juros nos EUA, mantiveram as curvas abrindo neste m\u00eas de mar\u00e7o. Olhando para frente, continuamos vendo uma assimetria maior no fechamento das curvas de juros do que demais alta, uma vez que continuaremos tendo corte na Selic. Com isso mantemos a vis\u00e3o otimista com as estrat\u00e9gias IMAB, sem deixar de refor\u00e7ar que os fundos atrelados a CDI e Cr\u00e9dito Privado continuar\u00e3o sendo boas alternativas para este ano, com vistas ao alcance da meta atuarial. Notamos, ao longo do m\u00eas passado, uma acomoda\u00e7\u00e3o na renda fixa global. Apesar da resili\u00eancia da atividade econ\u00f4mica e de n\u00fameros de infla\u00e7\u00e3o ainda pressionados, alguns bancos centrais importantes se movimentaram em uma dire\u00e7\u00e3o menos restritiva. Na Zona do Euro est\u00e1 se cristalizando o cen\u00e1rio de corte de juros em junho. O Banco Central ingl\u00eas veio com uma comunica\u00e7\u00e3o mais dovish e a Su\u00ed\u00e7a surpreendeu o mercado com um corte de juros. Nos emergentes, o Banxico deu in\u00edcio aos cortes, com redu\u00e7\u00e3o de 25bps em sua taxa base. A incerteza em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho dos ciclos ainda \u00e9 elevada, mas estamos avan\u00e7ando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 retirada de aperto monet\u00e1rio. No cen\u00e1rio dom\u00e9stico, a queda recente na popularidade do governo assim como o mal-estar gerado com a menor distribui\u00e7\u00e3o dos dividendos da Petrobras merecem destaque, bem como a for\u00e7a dos dados de atividade. Do lado internacional, a principal mensagem em mar\u00e7o veio do FOMC ap\u00f3s a \u00faltima reuni\u00e3o, mantendo as proje\u00e7\u00f5es de 3 cortes de juros no ano a despeito dos dados piores do come\u00e7o de 2024 e com um discurso mais dovish de Jerome Powell \u2013 essa sinaliza\u00e7\u00e3o indica um ambiente mais benigno para ativos de risco. Assim vimos novamente avan\u00e7os na bolsa americana, com juros est\u00e1veis ap\u00f3s atingirem um patamar que continua ser atrativo. A China continua tendo dificuldades de reestimular a economia, com mercado imobili\u00e1rio fraco tendo como term\u00f4metro a performance do min\u00e9rio de ferro (e as a\u00e7\u00f5es da Vale no Brasil). No Brasil, a atividade segue resiliente e o mercado de trabalho apertado preocupa mais o Banco Central, num per\u00edodo de infla\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os incomoda. \u00a0Assim, num ambiente de maior incerteza, o mesmo fica data-dependente e ganha graus de flexibilidade, com menor comprometimento para as pr\u00f3ximas reuni\u00f5es. Com isso, o m\u00eas novamente foi marcado por perdas na Renda Fixa Local e em Bolsa. A curva de juros local subiu mais um pouco em mar\u00e7o, com\u00adpletando um trimestre negativo para posi\u00e7\u00f5es prefixadas. Ao contr\u00e1rio do que ocorreu na curva de treasuries, que subiu somente em fevereiro, reagindo a uma mensagem mais hawk\u00adish do Fed e n\u00fameros ruins de infla\u00e7\u00e3o, aqui a subida da curva de juros se deu de maneira uniforme e constante ao longo do trimestre. A eleva\u00e7\u00e3o da curva de juros nos EUA certamente teve a sua influ\u00eancia no comportamento da curva local, mas temos os nossos fatores dom\u00e9sticos tamb\u00e9m. N\u00fameros de infla\u00e7\u00e3o e de atividade incomodamente acima das expectativas fizeram com que o Banco Central mudasse o forward guidance em sua \u00faltima reuni\u00e3o do Copom, sinalizando apenas mais um corte de 50 pontos-base na Selic e deixando os pr\u00f3ximos passos em aberto, a depender dos dados. Considerando que a taxa Selic est\u00e1 hoje em 10,75% e que na reuni\u00e3o de 08\/maio ser\u00e1 reduzida para 10,25%, teremos ainda 125 pontos-base at\u00e9 os 9% que hoje \u00e9 o consenso do relat\u00f3rio Focus para a taxa Selic no fechamento de 2024. Para alcan\u00e7ar este patamar de juros, seria preciso cor\u00adtar 25 pontos-base em cada uma das 5 reuni\u00f5es come\u00e7ando em junho. \u00c9 poss\u00edvel, mas trata-se de um ritmo mais lento do que o mercado esperava no final do ano passado, se \u00e9 que vai ocorrer. Hoje, a curva de juros embute uma taxa terminal de 9,75% para a Selic, indicando um certo grau de ceticismo com rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o que o Banco Central teria para trazer a Selic muito abaixo do n\u00edvel que se espera que alcance em maio. Podemos observar que, a exemplo da curva de juros prefixa\u00addos, os juros reais tamb\u00e9m subiram de maneira constante ao longo do trimestre, indicando que o mercado vem pre\u00adcificando taxas de juros reais mais altas ao longo do tempo, aproximando-se dos 6%. Em uma perspectiva de mais longo prazo, ainda estamos distantes dos piores momentos do in\u00edcio do ano passado quando, \u00e0 falta de uma regra fiscal, o cupom das \u201cNTN-Bs\u201d mais longas chegaram a bater 6,50%. Aparentemente estamos em um novo regime, com taxas reais acima de 5,5% desde o in\u00edcio de 2022. Vivemos um per\u00edodo semelhante entre 2014 e 2016, quando as incertezas fiscais mantiveram a taxa real consistentemente acima de 5,5%. Hoje, al\u00e9m das incertezas fiscais, vivemos em um cen\u00e1rio p\u00f3s-pandemia, com as taxas de juros reais mais altas no mundo inteiro. Assim, ser\u00e1 preciso muito trabalho duro para trazer essa taxa para baixo de 5% novamente. Em mais um m\u00eas de valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar mas de baixa volatili\u00addade global do c\u00e2mbio, o real permaneceu praticamente est\u00e1vel, apesar de o real ter ultra\u00adpassado a marca psicol\u00f3gica dos R$ 5,00. No final, a moeda brasileira fechou com desvaloriza\u00e7\u00e3o de 0,9% em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar, tendo a pior performance em rela\u00e7\u00e3o a moedas com\u00adpar\u00e1veis, como o peso mexicano, o peso colombiano e o rande sulafricano no m\u00eas. Vale mencionar que os crescentes super\u00e1vits na balan\u00e7a comercial t\u00eam atenuado as oscila\u00e7\u00f5es na conta de capital e ajudado a manter o c\u00e2mbio relativamente est\u00e1vel. Alguma aprecia\u00e7\u00e3o adicional poderia ocorrer no momento em que ficar claro que o Fed poder\u00e1 come\u00e7ar a relaxar a pol\u00edtica monet\u00e1ria. A curva de juros local continuou a subir em mar\u00e7o. Desta vez, n\u00e3o houve a desculpa dos juros globais, que permaneceram est\u00e1veis ou at\u00e9 recuaram, como foi o caso dos juros na Europa. Os juros mais longos subiram mais, aumentando a inclina\u00e7\u00e3o da curva de juros. O IDA-DI, que mede a performance do cr\u00e9dito, foi novamente o grande destaque positivo. Em mar\u00e7o, a bolsa brasileira, medida pelo IBrX recuou, sendo uma das piores performances entre as bolsas globais, que tiveram, em geral, um m\u00eas positivo. Depois de atingir a sua m\u00e1xima hist\u00f3rica no final do ano passa\u00addo, a bolsa agora necessita de gatilhos renovados para passar a outro patamar. Esses gatilhos devem ser suficientes para se contrapor a uma taxa de juros real ainda bastante alta, \u00e0 de\u00adsacelera\u00e7\u00e3o chinesa, \u00e0s tentativas de interven\u00e7\u00e3o em empresas como a Vale ou a Eletrobras, e a planos de investimentos du\u00advidosos por parte da Petrobras. S\u00e3o desafios que limitam uma valoriza\u00e7\u00e3o mais consistente da bolsa dom\u00e9stica. No m\u00e9dio prazo, a performance da bolsa parece tamb\u00e9m estar atrelada \u00e0 trajet\u00f3ria da pol\u00edtica monet\u00e1ria americana, no sentido de que alguma aprecia\u00e7\u00e3o adicional poderia ocorrer no momento em que ficar claro que o Fed poder\u00e1 come\u00e7ar a cortar os juros. O Ibovespa terminou mar\u00e7o com leve queda de 0,7%, desempenho inferior \u00e0s bolsas americanas com destaque para o S&amp;P que subiu 3,1%. Para os analistas, o cen\u00e1rio externo se mant\u00e9m favor\u00e1vel para aloca\u00e7\u00e3o de risco onde a economia americana continua a mostrar resili\u00eancia em um cen\u00e1rio prov\u00e1vel de queda de juros a frente. Na Renda Vari\u00e1vel Brasil o IBOVESPA fechou com queda de -0,71%. Para 2024, o mercado mant\u00e9m o otimismo na estrat\u00e9gia, por entender que o Brasil figura como uma boa alternativa para os investidores estrangeiros, dado ao cen\u00e1rio global atual, queda da Selic, economia crescendo forte (PIB em alta) e infla\u00e7\u00e3o controlada por aqui. O &#8220;outro lado da balan\u00e7a&#8221; continua sendo o fato de termos juros reais superando 5%, o que mant\u00e9m baixo o fluxo de investidores dom\u00e9sticos em Renda Vari\u00e1vel por aqui. No mercado Internacional, apesar do cen\u00e1rio geopol\u00edtico ainda tenso, as perspectivas do in\u00edcio de corte de juros nas principais economias globais mantiveram o otimismo nos mercados. Nos EUA, apesar das preocupa\u00e7\u00f5es com a infla\u00e7\u00e3o, dados fortes da economia e atividade, o FED mant\u00e9m a sinaliza\u00e7\u00e3o de in\u00edcio do corte de juros. Em vista disso, mantem-se a vis\u00e3o positiva para Renda Vari\u00e1vel neste ano. Em mar\u00e7o\/2024, o S&amp;P 500 manteve o otimismo do ano fechando em forte alta de 3,10%. Principais destaques da bolsa a fraqueza da economia chinesa continua castigando o setor de min\u00e9rio de ferro, destaque negativo no m\u00eas. Por outro lado, Embraer continuou sendo o destaque positivo. <strong><u>Carteira de Investimentos<\/u><\/strong>. A Carteira de Investimentos do IPMU obedece aos limites de aplica\u00e7\u00f5es estabelecidos na Pol\u00edtica de Investimentos, com composi\u00e7\u00e3o diversificada. Os investimentos est\u00e3o diversificados buscando o melhor equil\u00edbrio entre o risco x retorno, diante das grandes vari\u00e1veis que interferem no retorno dos investimentos, face \u00e0s mudan\u00e7as na economia nacional e internacional. Vis\u00e3o de curto, m\u00e9dio e longo prazo para garantir os rendimentos necess\u00e1rios frente aos benef\u00edcios concedidos e a conceder. No encerramento do per\u00edodo, o IPMU buscou manter a estrat\u00e9gia mais conservadora dentro do segmento de renda fixa, diminuindo a exposi\u00e7\u00e3o em \u00edndices de maior volatilidade, destinando os recursos para fundos e ativos de baixa volatilidade e baixo risco de cr\u00e9dito, como fundos CDI. A composi\u00e7\u00e3o da carteira de investimentos atende aos requisitos previstos em Lei e cumpre a Pol\u00edtica Anual de Investimentos \u2013 PAI, elaborada pelos membros do Comit\u00ea de Investimentos, aprovada pelos membros do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e ratificada pelos membros do Conselho Fiscal. A carteira de investimentos est\u00e1 segregada entre os segmentos de renda fixa (88,52%), renda vari\u00e1vel (4,31%) e aloca\u00e7\u00e3o no investimento no exterior (7,17%). As propor\u00e7\u00f5es demonstram uma carteira conservadora, em linha com o cen\u00e1rio econ\u00f4mico de volatilidade e as obriga\u00e7\u00f5es do Instituto. <strong><u>Resultado dos Investimentos<\/u><\/strong>. O m\u00eas trouxe um resultado positivo para a carteira do IPMU. A boa rentabilidade dos ativos de renda fixa, renda vari\u00e1vel e dos investimentos no exterior tiverem bom desempenho. Com esse resultado a carteira do IPMU fechou em 1,02% contra uma meta no per\u00edodo de 0,59%. Observa-se que as estrat\u00e9gias adotadas no Plano de A\u00e7\u00e3o na gest\u00e3o dos recursos financeiros (grande concentra\u00e7\u00e3o em fundos de investimentos de curto prazo em especial em fundos DI) conseguiram ter retorno positivo no m\u00eas do ano, mas n\u00e3o conseguiram superar da meta atuarial no mesmo per\u00edodo. <strong><u>Carteira Consolidada<\/u><\/strong>: No encerramento do m\u00eas total dos investimentos em R$ 513.127.877,23 (quinhentos e treze milh\u00f5es cento e vinte e sete mil oitocentos e setenta e sete reais e vinte e seis centavos). <strong><u>Relat\u00f3rio de Risco<\/u><\/strong>. Os relat\u00f3rios apresentados de riscos e correla\u00e7\u00f5es dos investimentos, apontam no m\u00eas: risco em renda fixa 0,066% (dez\/2023: 0,16%, jan\/2024: 0,119%, fev\/20240,57%); risco na renda vari\u00e1vel 5,593% (dez\/2023: 6,906%, jan\/2024: 8,222%, fev\/2024 7,686%) e risco na estrat\u00e9gia investimentos no exterior ficou em 4,749% (dez\/2023: 4,00%, jan\/2024: 5,266%, fev\/2024 7,208%). Totalizamos a carteira com risco total dos investimentos em 0,442% (dez\/2023: 0,432%, jan\/2024: 0,493%, fev\/2024 0,510%), permanecendo dentro dos limites impostos pela nossa Pol\u00edtica de Investimentos em vigor no ano de 2024. <strong><u>Fundos com cota cota negativa<\/u>.<\/strong> Os fundos de investimentos classificados no artigo 8\u00ba I (BB Retorno total FIC A\u00e7\u00f5es \/ Caixa FI A\u00e7\u00f5es Small Cap Ativos) e artigo 9\u00ba II (Caixa Multigestor Global Equities Investimento no Exterior FIC Multimercado \/ Santander Global Equities D\u00f3lar Master Investimento no Exterior FIC Multimercado) continuam em situa\u00e7\u00e3o de cota negativa (rela\u00e7\u00e3o entre a cota do momento de sua compra pelo IPMU e o seu valor atual). Os membros do Comit\u00ea de Investimentos presentes deliberaram pela continuidade do acompanhamento dos fundos que ainda apresentem cotas negativas, visando uma poss\u00edvel mudan\u00e7a no futuro. Ato cont\u00ednuo, os membros do Comit\u00ea de Investimentos continuaram a an\u00e1lise dos seguintes processos: <strong>IPMU\/074\/2022<\/strong> (XP Investimentos \u2013 an\u00e1lise de credenciamento de gestor, administrador, distribuidor e custodiante), <strong>IPMU\/077\/2022<\/strong> (BTG Pactual &#8211; an\u00e1lise de credenciamento de gestor, administrador, distribuidor e custodiante), <strong>IPMU\/048\/2024<\/strong> (Relat\u00f3rio de Investimentos \u2013 an\u00e1lise da carteira de investimentos com a posi\u00e7\u00e3o dos gestores quanto ao mercado macroecon\u00f4micos e os fundos de investimentos indicados para fazer frente ao cen\u00e1rio de queda de taxas de juros). <strong>Delibera\u00e7\u00f5es.<\/strong> Os gestores dos RPPS j\u00e1 se movimentam para \u201csair da zona de conforto\u201d e buscar retornos para seus investimentos em ativos de maior risco a partir de 2024. Mesmo com a redu\u00e7\u00e3o para 9% at\u00e9 o final do ano, a Selic continua a oferecer uma taxa atrativa frente \u00e0s metas das entidades. Mas at\u00e9 quando \u00e9 o grande questionamento dos analistas financeiros. Com percentuais significativos em ativos alocados em renda fixa, os RPPSs come\u00e7am a acompanhar outros mercados mais de perto (cr\u00e9dito privado, fundos de investimento imobili\u00e1rio, a\u00e7\u00f5es, investimentos no exterior). Acompanham os diversos tipos de ativos, para ouvir o mercado e fazer um melhor balanceamento da carteira com outras classes, mesmo que o movimento n\u00e3o aconte\u00e7a todo em 2024. O momento \u00e9 de cautela e an\u00e1lise porque o cen\u00e1rio \u00e9 positivo para o mercado de capitais, mas o juro ainda \u00e9 atrativo. Com base nos dados t\u00e9cnicos, an\u00e1lises financeiras, dados atualizados dos fluxos de caixas e dos investimentos com vis\u00e3o de curto, m\u00e9dio e longo prazo, foram aprovadas por unanimidade as estrat\u00e9gias de investimentos na busca de reduzir a volatilidade da Carteira de Investimento. Considerando o Relat\u00f3rio Mensal de Investimentos, acompanhamento das rentabilidades e dos riscos das diversas modalidades de opera\u00e7\u00f5es realizadas, ader\u00eancia das aloca\u00e7\u00f5es dos recursos e processos decis\u00f3rios de investimentos \u00e0 Pol\u00edtica de Investimentos, o Comit\u00ea de Investimentos do IPMU opina favoravelmente \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia de investimentos, tendo em vista a adequabilidade das rentabilidades e dos riscos \u00e0 Pol\u00edtica de Investimentos. O cen\u00e1rio econ\u00f4mico ainda vol\u00e1til demonstra a necessidade de manter os investimentos com baixa volatilidade.<strong> 1-) Credenciamento de Fundos de V\u00e9rtice: <\/strong>BB Previdenci\u00e1rio 2024 (49.964.484\/0001-88), BB Previdenci\u00e1rio 2027 (46.134.096\/0001-81), BB Previdenci\u00e1rio 2028 (49.963.751\/0001-00), Caixa Brasil 2024 (50.635.944\/0001-03), Caixa Brasil 2025 (54.518.271\/0001-62), Caixa Brasil 2026 (54.518.391\/0001-60), Caixa Brasil 2027 (50.642.114\/0001-03) e Caixa Brasil 2028 (50.470.807\/0001-66). <strong>2<\/strong><strong>) Banco Santander 150-8: <\/strong>Fundo Santander Renda Fixa T\u00edtulos P\u00fablicos, utilizar para cobertura da folha de pagamento dos aposentados e pensionistas. <strong>3)<\/strong> <strong>Investimentos no Exterior: <\/strong>acompanhamento do mercado e da carteira de investimentos, movimentos de resgate neste momento poder\u00e3o realizar contabilmente o preju\u00edzo. <strong>4)<\/strong> <strong>Renda Vari\u00e1vel: <\/strong>acompanhamento do mercado e da carteira de investimentos, movimentos de resgate neste momento poder\u00e3o realizar contabilmente o preju\u00edzo. <strong>5)<\/strong> <strong>Fundos Referenciado DI: <\/strong>aplica\u00e7\u00e3o das receitas com compensa\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria, contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria e juros semestrais da carteira de t\u00edtulos p\u00fablicos. <strong>6) Banco do Brasil:<\/strong> Resgate de R$ 80.000.000,00 (oitenta milh\u00f5es de reais) do fundo de investimentos BB T\u00edtulos P\u00fablicos Renda Fixa Referenciado DI Longo Prazo \u2013 CNPJ 11.046.645\/0001-81 e aplica\u00e7\u00e3o no fundo de investimentos BB Previdenci\u00e1rio Renda Fixa T\u00edtulos P\u00fablicos V\u00e9rtice 2024 \u2013 CNPJ 49.964.484\/0001-88. <strong>7) Caixa Econ\u00f4mica Federal:<\/strong> Resgate de R$ 80.000.000,00 (oitenta milh\u00f5es de reais) do fundo de investimentos Caixa Brasil T\u00edtulos P\u00fablicos Renda Fixa \u2013 CNPJ 05.164.356\/0001-84, aplica\u00e7\u00e3o no fundo de investimentos Caixa Brasil T\u00edtulos V\u00e9rtice 2025 \u2013 CNPJ 54.518.271\/0001-62 (R$ 40.000.000,00 \u2013 quarenta milh\u00f5es de reais) e no fundo de investimentos Caixa Brasil T\u00edtulos V\u00e9rtice 2026 \u2013 CNPJ 54.518.391\/0001-60 (R$ 40.000.000,00 \u2013 quarenta milh\u00f5es de reais). <strong>8.-) Credenciamento<\/strong>: finaliza\u00e7\u00e3o do credenciamento do BTG Pactual e XP Investimentos. <strong>8) Carteira de Investimentos: <\/strong>an\u00e1lise dos fundos de investimentos indicados pela Caixa Econ\u00f4mica Federal, Santander, Ita\u00fa, Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual e XP Investimentos. <strong>9) Manuten\u00e7\u00e3o<\/strong> das demais aplica\u00e7\u00f5es at\u00e9 a pr\u00f3xima reuni\u00e3o. Para finalizar a reuni\u00e3o os membros do Comit\u00ea de Investimentos s\u00e3o informados da <strong>Certifica\u00e7\u00e3o Institucional<\/strong>: prazo de realiza\u00e7\u00e3o da prova de certifica\u00e7\u00e3o do respons\u00e1vel pela gest\u00e3o dos recursos e membros do comit\u00ea de investimentos \u2013 n\u00edvel intermedi\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ata da Reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Investimentos do Instituto de Previd\u00eancia Municipal de Ubatuba \u2013 IPMU, realizada aos dezenove dias do m\u00eas de abril de dois mil e vinte e quatro, \u00e0s dez, na sala de reuni\u00f5es da sede do IPMU, onde compareceram os membros: Fernando Augusto Matsumoto, Flavio Bellard Gomes, Lucas Gustavo Ferreira Castanho, 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